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O governador Rui Costa assinou neste domingo, dia 18, em Itabuna, ordem de serviço para início da segunda etapa de construção do Teatro Municipal da cidade, no valor de R$ 24 milhões.

“É uma emoção grande saber que amanhã completamos quatrocentas viagens de trabalho ao interior. Isso mostra o nosso estilo de gestão, que é governar próximo onde as coisas acontecem, indo aos municípios e conhecendo as demandas e as obras realizadas. Hoje aqui em Itabuna inauguramos a UPA, uma contenção de encostas e autorizamos mais uma etapa da construção do teatro, estrutura belíssima e tão importante, que vai atender toda a região”, afirmou.

O Teatro Municipal de Itabuna tem capacidade para 581 lugares, antecâmaras, housemix, palco, plateia, passarelas técnicas sobre a plateia, varandas de manobra e de cargas sobre o palco, sofita, salas de sonorização e de luz cênica, dispondo ainda de foyer, sala multiuso, sala de dança, camarins coletivos e individuais, cafeteria, bilheteria, administração e sala de reunião.

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O governador assinou também o convênio de gestão de unidade de semiliberdade no município com o Instituto Monte Serrat e Adjacências (Monsa), e autorizou a Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac) a celebrar cessão de imóvel com a prefeitura para instalar a Casa de Abrigamento Regionalizada para Mulheres Vítimas de violência.

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Ele participou ainda da inauguração de uma contenção de encosta na Avenida Juracy Magalhães, e inaugurou a Unidade de Pronto Atendimento-UPA, no bairro Monte Cristo, localizada ao lado da Base Comunitária de Segurança.

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   Com sessão especial na noite dessa quinta, dia 15, o Legislativo de Itabuna prestigiou o Jubileu de Diamante da Associação Batista Grapiunense-ABG. A entidade agrega 66 igrejas e mais de cem pastores de várias cidades do sul baiano. A homenagem partiu de Júnior Brandão, do PT, que, como Beto Dourado, do PSDB, é membro da Igreja Batista Teosópolis.

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   Aos 103 anos de idade, o pastor Apolônio Brito, um dos fundadores da entidade, o único vivo, manifestou uma prece de gratidão pelo jubileu. A missionária Valdelice Nascimento – única mulher a presidir a ABG – também rendeu graças pelas seis décadas da Associação. Atual presidente, o diácono Jesimiel Palmeira citou o termo hebraico Ebenézer, traduzido por ele como “até aqui o Senhor nos ajudou”, para celebrar a data.

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   Entre os 27 presidentes eleitos da Associação – cujo mandato dura dois anos – a grande maioria, vinte e dois, é composta de pastores, como o falecido Josué de Souza Brandão, ex-vereador em Itabuna e pai do petista Júnior Brandão. A sessão legislativa pelo Jubileu de Diamante contou com o depoimento do pastor Erivaldo Barros, secretário-geral da Convenção Batista Baiana, órgão que reúne as dezenove Associações Batistas da Bahia, e apresentações musicais.

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   A Subseção da Ordem dos Advogados de Itabuna inaugura na tarde desta sexta-feira, a sua nova sede, denominada de “Casa das Liberdades”. A solenidade está prevista para às 17 horas, na rua Ruffo Galvão, no centro da cidade, com a participação de dirigentes da seccional Bahia e advogados locais.

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“A Casa das Liberdades é uma grande conquista para a advocacia e a sociedade Grapiúna. Trata-se uma sede moderna, acessível, com um auditório para mais de cem lugares, sala para estagiários e um amplo consultório odontológico”, informou o presidente da OAB-Itabuna, Edmilton Carneiro.

   O ato de inauguração deverá contar, segundo Edmilton, com a presença dos desembargadores Sérgio Cafezeiro e Roberto Frank. “Foi uma luta e uma grande conquista da nossa gestão, que contou com o apoio do nosso presidente da seccional Bahia, Luiz Viana Queiróz; do conselheiro federal Fabrício Castro, e do presidente da Caixa de Assistência dos Advogados da Bahia-CAAB, Luiz Coutinho”.

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   Delza Schaun – Jornalista e professora em Itabuna

 

   A pergunta reverbera na minha mente e só recebe uma resposta: A mão que apertou o gatilho tem muitos braços, longos, verdadeiros tentáculos. O executor é apenas um nome a encobrir cada comprador de cocaína, vendedor de armas, político corrupto. Cada um, que se beneficia do mercado da morte, guiou a mira dos tiros que atingiram Marielle e Anderson. Traficantes, milicianos, policiais de alma corrompida, governantes roedores, não são os únicos responsáveis por cada pessoa que é baleada no Rio de Janeiro no decorrer de sete horas. Os fatores que armam a violência são de agora e sempre; são históricos, sociais, políticos e éticos.

   Nos anos 1800, o Rio tinha registros de 22 assassinatos em 5 dias, de pessoas vítimas de “pedradas perdidas”, de gangues dominando as ruas e piratas nos portos. 90% dos presos eram escravos. Eis que surge o Major Vidigal, que deu nome ao morro, homem violento, horror de uma classe social específica e desprotegida. Salvador da Pátria da  época. No Morro da Providência, a primeira favela aparece quando os soldados, vindos da Guerra do Paraguai, ocupam a terra prometida e negada pelo Imperador. E eles foram seguidos pelas quatro mil famílias moradoras do Cortiço Cabeça de Porco, que tiveram suas casas destruídas pelo governante e também foram morar por lá. Era a política de segregação, que se perpetuou pelos anos seguintes.

   Entre a Abolição e a República, nada foi feito para mudar essa realidade. Aos dois grupos que já ocupavam as favelas se juntaram os negros libertos. A perseguição se consolida. A geografia define o lugar de cada um, explorados e exploradores.

   A força dos fracos se mostra na violência. A arma seja ela faca, capoeira ou metralhadora, empodera quem se sente menor. Foi a arma da sobrevivência e do único protesto possível.

   O século virou e essas pessoas continuaram consideradas como promotores da criminalidade. A favela era Aldeia da Morte e polícia só subia suas ladeiras em último caso. Para que? Deixem que se matem os homens que não respeitavam o Código Penal, dispostos a matar por qualquer motivo ou sem nenhum. Ninguém se importa!

   A lei antidrogas foi promulgada na Ditadura de Vargas em 1938 para coibir o tráfico de maconha entre os africanizados, mas a cocaína era privilégio das altas rodas da Zona Sul e nelas não chegava a lei.

   A política habitacional sempre se voltou para manter essas duas castas bem separadas.

   Mas já não dava. Os 60’s trouxeram estudantes e intelectuais para os morros, onde achavam seus baseados. A Ditadura Militar juntou presos políticos e criminosos comuns nas mesmas celas. Uns aprenderam com os outros. A bandidagem saiu graduada no assistencialismo social, que foi aplicado nas comunidades para conquistar aliados. Novas gerações nasciam e as crianças cresciam deslumbradas com o poderio daqueles “heróis” donos de tudo, meio pais, meio irmãos mais velhos, referências para seus futuros.

   Tráfico, poder, armas, pobreza... E nada do Estado. Quem era esse Estado, distante e só para os cariocas do asfalto? Esgoto? Escolas? Postos de saúde? Transporte? Segurança? Nada disso chegava das autoridades. Séculos se repetiram em um looping desastroso de governos medíocres e desumanos.

   Poucos os que conseguiam passar pelos donos do morro sem se tornar um dos 622 mil presos do Brasil de hoje, ou dos milhares de mortos nesse processo.

   A vida humana passou a valer menos que um relógio ou dez reais.

   Foi necessário que esses longos braços atingissem uma mulher negra, parlamentar, defensora dos favelados, para que em menos de 24 horas se montasse uma mobilização nacional. Espontânea em muitos, aproveitadora em tantos. Todos precisaram se manifestar, por seus próprios motivos, nem sempre nobres. Inclusive eu. Vestir a camisa do luto, usar a hashtag #SomosTodosMarielle foi a ordem do dia por todos os lados. No calor da emoção, parece que tiramos algo bom da tragédia e vamos reagir, sair da letargia brasílica.

   Morre Marielle, mas nascem milhões de Marielles, somos todos os que tomaram as ruas, os microfones e as redes sociais com indignação e desejo de justiça, de mudança. Diferentes vozes contra tudo que está errado no Brasil, mas que parece se concentrar no Rio de Janeiro.

   A mártir Marielle, vítima de um violento crime político, cumpre sua missão de levantar a Nação... Ou não, como diria o triste Caetano em seu quarto frio.

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   Mariana Benedito – Psicanalista em formação; MBA Executivo em Negócios; Pós-Graduada em Administração Mercadológica; Consultora de Projetos da AM3–Consultoria e Assessoria. E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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   Somos resultado de crenças. Ao longo da vida nos foram determinados padrões, diretrizes, normas e regras de convivência e sociabilização. Ainda bem, convenhamos! As reprimendas, o não, as repressões são fundamentais para a construção de qualquer indivíduo, porque senão seríamos animais puramente instintivos, sem nenhum tipo de senso social e nem de limites. Entretanto, essas diretrizes de conduta social nos são passadas por pais, cuidadores, educadores perpassam, também, pelo polimento, enquadramento e uma constante necessidade de adaptação. Juntando-se a isso – e ainda de maneira mais forte e poderosa – existe a cobrança latente por adequação em sociedade, que provém da própria sociedade.

   Ao nascer, a criança vem desprovida de qualquer polidez. Se estiver com fome, ela chora e pouco importa se a mãe está longe, ocupada, sem poder atendê-la naquele momento; quer ser alimentada. Independente se está chorando numa hora que não deveria, se está incomodando vizinhos, quer ser alimentada. A criança cresce e vai sendo educada, guiada a compreender e assimilar que existem condutas a serem seguidas, que não é possível ser atendida o tempo todo, que existe a lei do esforço e reconhecimento, que existem direitos e deveres; bem como existem crenças que são passadas de gerações em gerações e alimentadas por um meio social cada vez mais segregador, seletivo, julgador. Com isso, a essência pueril vai sendo tolhida, a espontaneidade natural vai sendo perdida, dando espaço para as defesas, para as couraças que vão sendo criadas ao longo da vida, para que ela possa se sentir adaptada, aceita, amada.

   Esta essência, no entanto, continua vibrando no indivíduo ao longo de sua vida. Existe um desejo pulsante de ser aquilo que se é, de expressar sentimentos, de mostrar sua verdade; porém existe – em paralelo – o medo de ser julgado, de ser apontado, de se revelar. Acontece, com isso, algo bastante comum em nossa sociedade que é, como se chama na área da Psicanálise, a formação reativa, um mecanismo de defesa que ocorre quando uma pessoa tem o desejo de fazer ou dizer algo, mas por receio de punições sociais, diz e age de forma totalmente oposta. Ou seja, o indivíduo procura – inconscientemente – encobrir algum aspecto que julga ser inaceitável, com base naquelas diretrizes e crenças que lhe foram passadas na infância, com a adoção de uma postura oposta. Um exemplo recente tivemos na novela “O Outro Lado do Paraíso”: um homem que não assumia sua homossexualidade por receio da opinião e julgamento da sociedade, critica e repreende um gay assumido e bem resolvido em sua sexualidade.

   Dizer ‘não’ ao que é imposto e que tolhe, que vai de encontro com a verdade emocional e psíquica e ser aquilo que se é, passa por um processo profundo de autoconhecimento, de aceitação e, principalmente, de coragem para ir de encontro ao que o meio apregoa como verdade absoluta, como única conduta a ser seguida, como padrão, como norma. O indiano Osho, renomado mestre espiritual, pregava que não há grande diferença entre o covarde e corajoso, ambos têm medo; a diferença é que o primeiro escuta seus medos e os segue, enquanto o outro os põe de lado e vai em frente.

É preciso ter coragem. Coragem para olhar dentro de si e ser o que se é!

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   Esta semana, Pastor Matos visitou o bairro Nelson Costa, na Zona Sul de Ilhéus. O vereador, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, estava acompanhado de assessores, ouviu as reivindicações dos moradores e buscar melhorias para a localidade.

   O vereador vistoriou o andamento da obra adequação das redes de esgoto e drenagem fluvial da rua Amélia onde está sendo refeita toda a pavimentação em paralelepípedo. Pastor Matos esteve ainda na comunidade do Paraguai, na Praça da Mangueira e no Posto de Saúde que se encontra fechado desde a gestão passada.

   Na Praça da Mangueira, um dos problemas relatados diz respeito à falta de limpeza, manutenção e poda de arvores. Conversando com moradores do Paraguai, o vereador explicou que vem cobrando, desde o início do ano, providências em relação à falta de pavimentação e saneamento básico através Indicações e Requerimentos encaminhados aos setores competentes.

   “É necessário expandir o atendimento, manter contato direto com a população, visitando as comunidades e ouvindo seus reais problemas para que possamos atingir uma melhor qualidade de vida em nosso Município”, afirmou o vereador do PSD.

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   “O assassinato da vereadora do Psol Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes precisa ser elucidado com a máxima urgência. Do contrário, estará configurada a desmoralização da intervenção militar no Rio de Janeiro”, disse nesta quinta-feira, dia 15, o ex-governador Jaques Wagner.

   “Se a presença do Exército nas ruas foi a forma encontrada pelo governo federal para combater a violência na capital fluminense, é hora de comprovar a eficiência da ação”. De acordo com ele, o recado dos criminosos foi claro: com intervenção ou sem intervenção, nós damos as cartas no Rio.

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   O ex-vereador Solon Pinheiro participou, na manhã desta quinta-feira, dia 15, dos trabalhos de limpeza e recuperação do campo de futebol do bairro Vila das Dores, em Itabuna.

   Pré-candidato a deputado federal pelo Partido Verde, Solon foi a Vila das Dores a convite do presidente da associação de moradores do bairro, Gilvan Souza e do líder comunitário Vantier Lima.

   Ambos apoiam a pré-candidatura do presidente da Comissão Municipal do PV de Itabuna. No próximo domingo, dia 18, Solon participará de um torneio de futebol, organizado pela entidade.

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